Por volta das 20 horas, desta terça-feira, 28, a Polícia Militar foi acionada para averiguar uma suposta tentativa de suicídio. O caso teria ocorrido na Rua 4, Setor São José. Quando chegaram ao local, a equipe policial encontrou com profissionais Samu e do Corpo de Bombeiros atendendo à vítima.

Ao ser informada pelos socorristas que Rafael Alves do Nascimento, de apenas 24 anos, já estava sem vida, os policiais militares isolaram e preservaram a área, retirando do local vários curiosos, até a chegada de uma equipe do IML de Iporá para recolher o corpo.

A esposa da vítima, Natalina de Souza Ribeiro, também de 24 anos, relatou aos policiais que tinha acabado de sair do serviço e ido para a sua residência, que quando entrou em casa se deparou com o marido pendurado por uma corda amarrada ao pescoço.

A esposa conta ainda que tentou de todas as formas levantar o corpo do esposo com o objetivo de maneirar o peso do mesmo, mas foi sem sucesso. Em seguida, em total desespero, ela saiu à rua gritando e pedindo socorro.

O vizinho Antonio Ferreira de Miranda ouviu o apelo e veio às pressas prestar socorro. Ele relatou também aos policiais que entrou na residência do casal, que de imediato suspendeu o corpo de Rafael e em seguida, Natalina cortou a corda.

Segundo as duas testemunhas, os profissionais do Samu e Corpo de Bombeiros tentaram incessantemente reanimar a vítima, mas foi em vão. Sem saber dos reais motivos que levaram o marido a tirar a própria vida, Natalina se apega ao filho, de cerca de um ano de idade, como forma de tentar entender o que aconteceu.

A suspeita que paira é a de que Rafael estava passando por um processo de depressão. Por volta das 21 horas, a equipe do IML, coordenada pelo perito Criminal Tallisson Oliveira de Queiroz, chegou ao local e adotou as providências necessárias ao caso, inclusive a retirada do Corpo

A ocorrência policial contou com a supervisão e apoio do Comando de Policiamento Urbano, composto pelo Sargento Cândido, Sd Cardoso, Sgt Adverson, Sgt Odair, Cb Cleude e Sd Maciel.

Por: Edivaldo do Jornal/foto: redes sociais