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São Luis de Montes Belos 20 de Novembro de 2019 - Total de Acessos 8851446

Ex-marido acusado de mandar matar vereadora tem pedido de liberdade negado em Bom Jesus de Goiás

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Ex-marido acusado de mandar matar vereadora tem pedido de liberdade negado em Bom Jesus de Goiás

Defesa de Vilmar Rodrigues queria fim da prisão preventiva alegando falta de provas de que ele foi quem encomendou a morte Roseli Aparecida de Oliveira.

 

A Justiça manteve a prisão preventiva do produtor rural Vilmar Rodrigues da Rocha, de 57 anos, acusado de mandar matar a ex-esposa, a vereadora de Bom Jesus de Goiás, Roseli Aparecida de Oliveira (DEM), de 55 anos. A decisão desta quinta-feira (28) é da juíza Patrícia Passoli da Vara Criminal do município, na região Sul do Estado.

 

Vilmar já estava preso por suspeita no crime desde o dia 13 de dezembro do ano passado e passou por uma audiência de instrução e julgamento nesta quinta. O G1 não conseguiu localizar a defesa dele.

 

Mas, segundo a decisão dada na audiência, a defesa de Vilmar tentou a revogação da prisão preventiva dele, alegando a ausência de provas que sustentasse a detenção, além do fato dele ter residência fixa e emprego.

 

O mesmo alegou a defesa de outro acusado, Rafael Soares Alves Freitas, que é apontado no processo como quem recebeu e dirigiu o carro que levou os assassinos para o crime. Também foram interrogados outros três réus, entre eles os que são apontados como os executores do crime.

 

G1 também não conseguiu localizar a defesa destes quatro acusados.

 

As investigações, que geraram a denúncia do Ministério Público, apontam que o produtor rural teria oferecido R$ 50 mil para que os assassinos executassem a vítima, simulando um assalto. O motivo segundo, a acusação, seria por causa de uma briga pela divisão de bens dos dois após a separação.

 

O representante do MP, também presente na audiência, afirmou que “está evidenciada a participação dos dois no crime e pediu que eles seguissem presos”.

 

A juíza concordou com o MP e indeferiu o pedido das defesas. “ As prisões (...) já foram amplamente fundamentadas quando de sua decretação(...) Não custa lembrar que a materialidade delitiva está comprovada e, mesmo após o fim da instrução desta fase processual, há indícios de autoria que (...) sustentam a prisão”, decidiu Patrícia Passoli.

 

Segundo consta na decisão desta quinta, a defesa de Vilmar pediu vista e a juíza acatou dando o prazo de cinco dias para apresentar as razões finais que justifiquem a suspensão da prisão preventiva.

 

Fonte: G1/Goiás

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