Morador de rua é condenado a 7 anos de prisão por morte de rival, em Goiânia

Segundo denúncia, Reneide Pereira de Brito teria matado, em julho do ano passado, Paulo Iran Alves da Silva com golpes de faca, por causa de uma rixa entre os dois.

Um morador de rua foi condenado a sete anos de prisão pela morte de um rival, em Goiânia. Segundo a denúncia, Reneide Pereira de Brito teria matado, em julho do ano passado, Paulo Iran Alves da Silva com golpes de faca, por causa de uma rixa entre os dois.

O julgamento foi presidido na manhã desta segunda-feira (19), pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos contra a Vida e Tribunal do Júri da comarca de Goiânia.

G1 entrou em contato, por mensagem enviada às 19h15 de segunda-feira, com a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) para verificar se irão recorrer da decisão e aguarda retorno. A reportagem também enviou e-mail às 19h23 ao Ministério Público de Goiás (MP-GO).

Segundo o processo, o crime aconteceu no dia 1º de julho de 2019, por volta das 16h, em um galpão no Setor Leste Universitário, na capital. No dia, Reneide teria passado em uma loja, com uma faca, e dizendo que iria encontrar a vítima.

Conforme os autos, uma testemunha declarou que “dias antes do crime ouviu comentários na região que o denunciado [Reneide] havia falado que a vítima o tinha agredido, e que ele não aceitaria isso”.

Segundo o juiz Jesseir, Reneide confessou espontaneamente ter matado Paulo com golpes de faca. Durante o debate, o representante do Ministério Público requereu a condenação do acusado nos limites da decisão de pronúncia. Já a defesa, por sua vez, pediu pela absolvição do acusado, alegando que o réu “agiu amparado pela excludente de ilicitude da legítima defesa”, o que foi rejeitado pelos jurados.

Após entender a culpabilidade do tipo penal, e pelo fato de Reneide ter antecedentes criminais, o juiz condenou o réu a sete anos e seis meses de prisão, mas diminuiu a pena em seis meses por ele ter confessado espontaneamente. Conforme a sentença, o condenado, que já está preso, deve cumprir, inicialmente, regime semiaberto.

Fonte: G1/Goiás.

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