O que PT deve fazer após pesquisa que mostra Bolsonaro à frente de Lula

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A sexta-feira, dia 24, marca um dia importante (preocupante, claro, ou pelo menos deveria) para o staff político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estrela mais vermelha – e brilhante – do Partido dos Trabalhadores.

A Paraná Pesquisas divulgou algo que chamou a atenção: o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) ficaria com 38,8% e Lula com 36% dos votos válidos no cenário estimulado. Claro, se as eleições fossem hoje.

Até a ex-primeira-dama, com forte apelo da mulher conservadora, apareceu com 33%.

Ante às dificuldades de qualquer chefe de executivo, Lula tem enfrentado diversas dificuldades. Não avançou um milímetro na aproximação ao público que vota em Bolsonaro.

Eleito sob a promessa de unir o Brasil, parece não ter se atentado ao forte apelo de que é necessário menos discurso e mais ações.

O risco à esquerda é que, embora Bolsonaro não esteja apto a se candidatar em 2026 – está inelegível -, é possível que surja nomes da direita que venham nutrir quem gosta do segmento. Um exemplo: o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ex-ministro de Bolsonaro, Freitas é um dos nomes que mais aparecem no espectro político da direita para concorrer ao Planalto.

Também aparecem o governador de Goiás Ronaldo Caiado (União Brasil), o de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) e até o do Paraná Ratinho Jr – ele é filho do apresentador Ratinho, do SBT.

O jornalista do Metrópoles, Guilherme Amado, que transita bem no poder em Brasília – e, claro, entre os lulistas -, afirmou, em texto publicado em sua coluna, que o principal desafio é o governador focar mais em resultados econômicos e menos em preocupações fiscais.

Ou seja: entendem que o brasileiro quer ver melhoria na economia, nos preços, nos avanços na família. É aquilo que o próprio Lula pregou durante a campanha: o povo quer voltar a sorrir.

Fonte: O Hoje

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