Pai é suspeito de agredir filho de 6 anos após passar o dia ingerindo bebidas alcoólicas, em Montividiu

Criança ficou com marcas no rosto, cabeça, ombros e costas. Investigado não foi preso, mas deve ser chamado para prestar depoimento à Polícia Civil, que apura o caso.

Um homem, que não teve a identidade divulgada, é suspeito de ter agredido o filho de 6 anos com chineladas após passar o dia ingerindo bebidas alcoólicas em Montividiu, no sudoeste de Goiás. Fotos obtidas pela TV Anhanguera mostram as marcas no rosto, cabeça, ombros e costas da criança.

Como o nome do investigado não foi divulgado, o G1 não conseguiu localizá-lo para que se posicionasse sobre o caso.

A situação aconteceu na noite de domingo (20). Segundo a Polícia Civil, o homem passou o dia ingerindo bebidas alcoólicas enquanto o filho estava na casa de uma tia e, no caminho para casa, buscou o menino, pois a mãe da criança mora em outro estado com outra filha do casal, que é separado.

“Há uma controvérsia nas versões, mas o pai teria ouvido da tia que o garoto, que tem 6 anos, havia pedido uma faca. O pai da criança questionou o menino e depois teria batido no menino em casa”, contou o delegado Adelson Candeo, responsável pelo caso.

Ainda segundo o delegado, ao ver o que havia acontecido, a tia – que mora na casa ao lado à do pai da criança – pegou o sobrinho e o levou a Rio Verde, também no sudoeste goiano, onde ele passou por exames e foi feita a denúncia à Polícia Civil.

Desde então, a criança passou a morar com outro parente, afastada do pai. Segundo Adelson, os exames apontaram que a criança não teve ferimentos graves, mas tinha várias marcas de agressão.

O delegado já ouviu algumas testemunhas. As investigações continuam para apurar se trata-se de crime de tortura ou maus-tratos.

Também durante as investigações, o pai será chamado para prestar depoimento, quando poderá apresentar a sua versão e defesa.

Caso seja enquadrado em crime de tortura, a legislação permite o pedido de prisão preventiva. Já no caso de maus-tratos, a pena é considerada pequena para que seja tomada a medida.

Fonte: G1/Goiás.

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