São Luís de Montes Belos, dia 03 de outubro de 2026

Mulher é suspeita de inventar para a polícia que foi assaltada e teve prejuízo de R$ 6 mil em Rio Verde

Segundo delegado, ela disse que subtraía valores do caixa e que estava sendo pressionada a dizer onde estava o dinheiro. Suspeita foi levada para delegacia, mas não foi presa.

Uma mulher de 30 anos é suspeita de fazer uma denúncia falsa de um crime, em Rio Verde, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, ela inventou que foi assaltada e que teve um prejuízo de R$ 6 mil. Ela foi levada para a delegacia, confessou que forjou a situação, mas não foi presa.

Até a última atualização desta reportagem, o g1 não havia obtido contato com a defesa da suspeita para que se posicione.

O delegado Carlos Roberto Batista disse que, inicialmente, a mulher acionou a Polícia Militar, na quarta-feira (30), avisando que tinha sido roubada na empresa que trabalha. À corporação, ela disse que um homem teria invadido o local e levado um malote com R$ 6 mil.

“Ela foi trazida pela PM para a delegacia, alegando que tinha sido roubada. Nós iniciamos a investigação e vimos que não tinha indícios de roubo. Conversamos com ela, até que ela confessou que teria havido um desfalque no caixa e que ela forjou o roubo”, explicou.

 

De acordo com Carlos Roberto, a mulher teria subtraído dinheiro da empresa anteriormente e, após os responsáveis perceberem o desfalque no caixa e cobrarem explicações dela, a mulher inventou o roubo.

“Ela confessou que ela fazia pequenos desfalques no caixa, até que chegaram nesse valor de R$ 6 mil. Ela estava sendo pressionada a dizer onde estava este dinheiro. Até que ontem ela disse que estava com o dinheiro e que iria depositar, foi quando ela inventou o assalto, que não aconteceu”, contou.

 

A Polícia Civil disse que a falsa comunicação de crime não gera flagrante, por isso, ela não foi presa. No entanto, o delegado acredita que ela poderá responder por furto qualificado, com pena de dois a oito anos, e por comunicação falsa de crime, com pena de um a seis meses.

FONTE:  G1 Goiás

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